A cultura da vinha está presente na Herdade Grande desde 1920, mas o património vitivinícola atual começou a ser desenhado em 1980, com a plantação das vinhas que começaram a configurar os atuais 60 hectares em produção.

A área acolhe uma grande diversidade de castas nacionais e internacionais, selecionadas tendo em conta a adaptabilidade ao terroir e a forma como expressam a identidade dos vinhos alentejanos e, em particular, da Vidigueira.

Os grandes vinhos
começam na vinha

O projeto Herdade Grande é caracterizado pelo cunho experimentalista e inovador implementado, desde 1980, por António Lança, traduzindo-se na conjugação das emblemáticas castas da região com aquelas que acrescentam novas interpretações do terroir da Vidigueira, complementando assim o carácter único dos vinhos produzidos.

Castas Tintas: Aragonez, Alicante Boushet, Trincadeira, Syrah, Touriga Nacional, Touriga Franca, Alfrocheiro, Tinta Grossa, Tinta Caiada e Cabernet Sauvignon.

Castas Brancas: Antão Vaz, Alvarinho, Arinto, Chardonnay, Perrum, Rabigato, Roupeiro, Rabo de Ovelha, Sauvignon Blanc, Semillion, Viosinho e Viognier.

Uma viticultura inspirada por gerações

Quando criança e jovem fazia questão de passar os fins-de-semana e as férias na Vidigueira, com os avós, em plena Herdade Grande. Os cereais, o olival, os animais e, acima de tudo, a vinha, sempre a inspiraram. Foi com naturalidade, portanto, que seguiu as pisadas do pai, formando-se em Viticultura e, depois, em Enologia.

Em 2011, Mariana Lança não podia ficar indiferente ao convite de António Lança, para que assumisse o futuro do projeto, tornando-se directora-geral da Herdade Grande e renovando o empenho e a visão da família em diversas áreas, desde a comercial e de marketing, até ao seu principal amor, a viticultura, onde procura honrar os princípios aprendidos do pai e do avô. Hoje, representa a quarta geração da família chegada em 1920 à Herdade Grande.

Enologia.
Vinhos produzidos por profissionais

A equipa de enologia da Herdade Grande é constituída pelos enólogos Diogo Lopes Pedro Garcia. Desde os tempos de formação académica que ambos partilham uma forte ligação ao Alentejo e, em particular, à Herdade Grande.

Os grandes vinhos começam na vinha

O projeto Herdade Grande é caracterizado pelo cunho experimentalista e inovador implementado, desde 1980, por António Lança, traduzindo-se na conjugação das emblemáticas castas da região com aquelas que acrescentam novas interpretações do terroir da Vidigueira, complementando assim o carácter único dos vinhos produzidos.

Castas Tintas: Aragonez, Alicante Boushet, Trincadeira, Syrah, Touriga Nacional, Touriga Franca, Alfrocheiro, Tinta Grossa, Tinta Caiada e Cabernet Sauvignon.

Castas Brancas: Antão Vaz, Alvarinho, Arinto, Chardonnay, Perrum, Rabigato, Roupeiro, Rabo de Ovelha, Sauvignon Blanc, Semillion, Viosinho e Viognier.

Uma viticultura inspirada por gerações

Quando criança e jovem fazia questão de passar os fins-de-semana e as férias na Vidigueira, com os avós, em plena Herdade Grande. Os cereais, o olival, os animais e, acima de tudo, a vinha, sempre a inspiraram. Foi com naturalidade, portanto, que seguiu as pisadas do pai, formando-se em Viticultura e, depois, em Enologia.

Em 2011, Mariana Lança não podia ficar indiferente ao convite de António Lança, para que assumisse o futuro do projeto, tornando-se directora-geral da Herdade Grande e renovando o empenho e a visão da família em diversas áreas, desde a comercial e de marketing, até ao seu principal amor, a viticultura, onde procura honrar os princípios aprendidos do pai e do avô. Hoje, representa a quarta geração da família chegada em 1920 à Herdade Grande.

Enologia. Vinhos produzidos por profissionais

A equipa de enologia da Herdade Grande é constituída pelos enólogos Diogo Lopes Pedro Garcia. Desde os tempos de formação académica que ambos partilham uma forte ligação ao Alentejo e, em particular, à Herdade Grande.

Enólogo | Winemaker

Diogo Lopes

Nasceu em Lisboa em 1978, mas as raízes beirãs sempre o ligaram à terra. Era ainda estudante de enologia quando conheceu António Lança, já então um dos mais reputados agrónomos da Vidigueira. Chegou inclusivamente a colaborar com a Herdade Grande na divulgação do seu portfólio de vinhos, desenvolvendo forte empatia pelo projeto e pelas pessoas. E como se de um regresso se tratasse, foi com enorme felicidade que, 20 anos depois, aceitou o convite de António Lança para assumir a enologia da casa. Neste intervalo, Diogo Lopes assumiu-se como um dos enólogos de referência da nova geração em Portugal. Experimentalista, defende a convicção de que os vinhos devem ser expressão genuína da região onde nascem. Licenciado em Engenharia Agronómica pelo Instituto Superior de Agronomia, com pós-graduação em enologia pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, estagiou pelas principais regiões portuguesas (Vinhos Verdes, Douro e Alentejo) e em Napa Valley (Califórnia). Começou a carreira profissional ao lado de Anselmo Mendes, precisamente na região do Alentejo, em 2005. É ainda consultor nas regiões de vinhos do Douro, Lisboa e Açores.

Enólogo | Winemaker

Pedro Garcia

Alentejano natural de Moura (1978), é filho de mãe agrónoma e por aí, desde jovem, conheceu amizade com a família Lança. Esta ligação, bem como a grande proximidade com quem lhe lançou o convite para formar equipa – Diogo Lopes – tornaram o cenário irrecusável: Pedro Garcia integrou a enologia da Herdade Grande. A dupla conheceu-se em pleno Instituto Superior de Agronomia, no final dos anos 1990, onde ambos completaram a formação académica. Estagiaram juntos em Napa Valley, com Pedro Garcia a iniciar, depois, um percurso de seis anos na Herdade da Malhadinha. Tem estado sempre dedicado, também, à paixão pela cultura do olival, só interrompida por um projeto desenvolvido no Brasil, para lançamento de uma das mais relevantes plataformas de e-commerce ligadas ao sector do vinho. Ex-atleta de basquetebol, é também empresário, estando ligado ao sector da restauração, ou não partilhasse com o amigo Diogo Lopes uma grande paixão pela boa cozinha e pela harmonização com o vinho. E tal como o seu parceiro de enologia, defende a convicção de que os vinhos devem espelhar de forma muito particular as características específicas do terroir onde nascem.


A
abordagem

Entre a viticultura e o trabalho na adega, a Herdade Grande implementa os processos que melhor
potenciam a identidade, tradição e expressão diferenciadora dos vinhos produzidos.